PESQUISA DE OPINIÃO

  

O ILHEENSE  E   O  GRAU DE CONFIANÇA  NA JUSTIÇA

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 Introdução e metodologia

RESPONSABILIDADE TÉCNICA

Esta pesquisa foi realizada pela empresa Sócio Estatística Pesquisa & Consultoria Ltda, sediada à Av. Francisco Ribeiro Jr., 198,  Edifício Atlanta Center,  sala 606, Centro, Itabuna,  telefax  212.1229.  

 

OBJETIVO

O objetivo principal desta pesquisa de opinião foi avaliar o grau de confiança do ilheense  em sua Justiça.

 

PERÍODO DE REALIZAÇÃO

Esta pesquisa foi realizada nos dias 5 a 9 de maio de 2000. 

  

AMOSTRA E ERRO AMOSTRAL

A amostra  corresponde a um erro amostral da ordem de 3%.   Ao todo, foram  consideradas válidas as respostas de 1.517 ilheenses.

 

AMOSTRAGEM: Amostra probabilística estratificada, por regiões, sexo e idade.   

 

PROPRIEDADE DOS RESULTADOS

Os resultados desta pesquisa fazem parte do sistema de pesquisa aberta da empresa e NÃO são exclusivos aos contratantes. Para divulgação, o CONTRATANTE deverá solicitar por escrito à Sócio Estatística, bem como atender a legislação e o Código de Ética da ABIPEME.

 

A MELHOR ANÁLISE

Por fim, a melhor análise é a que leva em consideração não o dado isolado, mas o conjunto dos resultados, isto porque o dado isolado pode não passar de uma acidente de amostra, não expressão de uma tendência.

 

Uma leitura apressada ou superficial pode levar a uma compreensão equivocada da realidade expressada pela pesquisa, induzindo a equívocos de ação prática.

 

O PROBLEMA DA DESAGREGAÇÃO DOS RESULTADOS

Nesse sentido, toda vez que em uma localidade o número de entrevistas for inferior a 80,   os resultados devem ser vistos  como curiosidade estatística, uma vez que  é tecnicamente possível ter resultados não fidedignos em bases tão pequenas de dados. 

 

DA NATUREZA DOS RESULTADOS

Convém considerar, aqui, o caráter efêmero de toda pes­quisa de opinião. Isto significa dizer que qualquer resultado pode sofrer mudanças no curso do tempo. Quanto maior a velocidade e consistência dos acontecimentos e medidas, maior também será a probabilidade disso ocor­rer. 

 

Agenor Gasparetto
Sociólogo

Itabuna, 15 de maio de 2000

 

 Conclusão    

  Acredita-se que a avaliação da Justiça esteja relacionado à avaliação da segurança. 

 Os ilheenses que avaliam positivamente a justiça somam 17,9% contra 43,9% que avaliam esse serviço de forma negativa. Cerca de 27,4% o avaliam como regular.

 Perguntou-se ao ilheense se ele confiava na Justiça de Ilhéus. Os que respondiam positivamente perguntou-se se a confiança era total ou em grande parte e para os que responderam negativamente, se a não confiança era total ou em grande parte. Portanto,  o sim e o não foram, para efeitos de análise, subdivididos em duas categorias cada. 

Os que confiam na Justiça de Ilhéus somam 41,9% e os que não confiam, 58,2%. Os que assumem posturas radicais somam 10% de confiança total e 32,6% de não confiança total.

 O serviço de segurança é avaliado positivamente por 16,9% dos ilheenses e é avaliado negativamente por 57,2%. Os que avaliam esse serviço como regular somam 23,8% e 2% não opinaram a respeito.

 Um aprofundamento desses resultados poderá confirmar o grau de associação entre Justiça e avaliação do serviço de segurança. À primeira vista, parece ser coerente essa associação.

 Comparando Ilhéus com Itabuna, a avaliação do serviço de segurança tem avaliação mais negativa em Ilhéus e a confiança na Justiça é um pouco maior em Itabuna do que em Ilhéus. 

 

Agenor Gasparetto
Sociólogo

Itabuna, 15 de maio de 2000.